A publicação em que alguns anos atrás zoei com o fato da rara pérola do jornalismo da Grobe, Raquel Krähenbühl, mais conhecida como Crarrembú devido à inépcia dos jornaleiros bananianos médios em pronunciar seu encapetado nominho, alcançou um número de visualizações que eu não podia imaginar. Não é lá grande coisa em se tratando de um blog e em comparação com as mídias modernas, mas dentro dos padrões de minha página, se tornou uma das peças mais acessadas. Confesso que fui um pouco injusto com ela, já que na própria Voice of America (hoje calada pelo fascismo laranja) alguns locutores falavam mesmo “Volodomôr”, mas acho que a cara de desespero do Zelensky fez muito mais pelo humor da cena, rs.
Nesta movimentada semana em que os donos do dindim global planejam novamente seus sadismos e em que o Véi Gagá resolveu encasquetar de novo com a “Terra Verde” coberta de gelo, se valendo pra isso de um sonífero discurso de uma hora e 25 minutos em linguagem destinada antes a suas bases fanáticas, o canal mais chupa-saco dos EUA fez a festa. Qualquer aparição destacada ou “chegada na frente da fila” era tratada pelos noticiários como um grande feito nada extraordinário. Há de se fazer jus à autoglorificação tão típica do Grupo Marinho, tanto mais que nunca vi nossos cão-peões nacionais darem sinais em tantos veículos estrangeiros. Além da célebre Crarrembú ter sido “a primeira a fazer a pergunta” na coletiva do Laranjão, o noticiário da France 24 da última quarta-feira se dignou até a traduzir a já célebre pergunta sobre a ONU paralela que a NOM tá querendo criar, rs.
Claro que nada vai superar a Ilze Scamparini, maior conhecedora de telhados do que os gatos romanos, estampando no peito sua insinuação aeronáutica sobre o bonde da sopa de letrinhas ao então estreante Bispo Bergóio, que então lhe respondeu, como que macetando o catecismo: “Chi sono io per giudicare?” Mas a Loira da Boina que já é feliz só por morar na Suíça também quis ostentar sua quase trombada com o Véi Gagá lhe questionando sobre seus planos a respeito da ilha de Itu. E embora ela não tivesse percebido, sua ousadia (sem alegria, Thiaguinho?) diante de Emmanuel al-Asad com um francês mais afiado que o meu apareceu até na Radio Svoboda, valiosa mídia anti-Putin em russo financiada pelo Congresso ianque que, apesar dos cortes recentes, “envergou mas não quebrou”. Depois de quase fazer o Rei Sol paraguaio chupar o microfone que nem um picolé, quem sabe os patrões não a promovam trocando sua boina por uma touca ou um chapéu aveludado do Chaves? Rs:



Descoberto único jeito de acabar com Vladimir Putin:

Também na quarta-feira, a Sky News chamou a Eslovênia de “Solvenia”. Esqueceram de dizer que quem se “solveu” não foi a Eslovênia, mas a Iugoslávia, rs:

Após a vergonhosa punhalada do Parlatório Európico contra o acordo milenar com o Mercoçú que nunca saía do lugar, mas podia os proteger um pouco diante das constantes ameaças do Véi Gagá de lhes encher o fiofó com tarifas, só posso dizer uma coisa:


Nenhum comentário:
Postar um comentário