Todos que não passaram o finde na Lua sabem das últimas notícias políticas da Banânia e daquela a que estou me referindo. Sabendo como nossa Justiça funciona com políticos e gente graúda, meu receio é que o Jeno possa ser solto a qualquer momento (se já não tiver sido, depois desta publicação ter sido programada) por se tratar de prisão preventiva, e não de cumprimento de pena. (Me perdoem por qualquer imprecisão que revele minha ignorância em direito.)
Mas o assunto principal aqui é como a criatura não só consegue ser idiota, mas também fazer coisas completamente idiotas e ter uma “família” que só o sabota a todo momento, sobretudo quando sua situação é totalmente delicada. Acho que é difícil encontrar um paralelo de patetice na história nacional e universal: em ambos os âmbitos, houve assassinos, tiranos, ladrões e golpistas, mas quase nenhum que eu me lembre tinha tamanha habilidade em se dar tantos tiros no pé, ainda mais numa época em que hoje tudo cai nas redes sociais!
Não sou tão velho assim, mas já vi muita coisa ruim acontecer na política tupiniquim, vinda ou não desse ser que nos concerne hoje. Mas no último sábado, não bastasse o baita pretexto dado pela “vigília de oração” em frente a sua casa, o Bunda Suja dizendo que tentou arrebentar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda “só por curiosidade, pra ver o que acontecia” é muito mentalidade “quinta série” desses vídeos trash caseiros e de baixa qualidade gráfica que circulavam por e-mail na primeira metade dos anos 2000.
Se é verdade, como li no Jeum deste domingo, que ele teria feito isso, segundo seus “apoiadores”, num surto provocado por remédios (ajuda aí, Lô Borges!) ou por falta de sono (tipo de quem teme ser enjaulado numa suíte Premium), minha cabeça bugou mais ainda. Sem mais, escolha sua versão:
Talvez seja ou será raro encontrar um ex-dirigente de qualquer país, que tenha se revelado tão trapalhão e sem noção durante a vida. Nem mesmo o alcoólatra e tabagista Jânio Quadros, indeciso e histriônico que lançou o Brasil no caos institucional culminado no golpe civil-militar de 1964, protaginizou um roteiro tão rocambolesco. A filmagem da agente da PF conversando com a criatura na linguagem de uma diretora de escola básica (“Que horas o senhor começou a fazer isso, seu Jair?”) e ele respondendo como um retardado constituem a prova eterna pra história:


Falando em isqueiro e incêndios indesejados, este momento da COP 30 em Belém serve muito bem de exemplo do que o Jeno não deveria fazer, embora o objetivo, ocultado por toda a mídia hegemônica e alternativa, fosse completamente nobre: exibir uma “nova” tecnologia que buscasse evitar os combustíveis fósseis, a começar pelo “Carvão Turcão, o melhor da região”...

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