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segunda-feira, 9 de março de 2026

Zelensky, Irã, Shaheds e cartas

Já virou chavão aquela frase repetida em comentários por muitos usuários de redes sociais: “A Terra plana não gira, capota”. Mas que isso fosse acontecer com o retorno do Véi Gagá à Bely Dom, ninguém jamais imaginaria, eu inclusive. Claro que minha aposta, aliás correta, é que ele ia defecar e tiranizar muito mais no Zesteite, mas que seu isolacionismo de fachada fosse virar um intervencionismo à la Bush 2.0 com esteroides, foi algo muito mais advindo de sua psicologia instável e imprevisível.

É claro que a tática netanyahista de resolver as coisas jogando bomba de longe na cabeça dos outros não dá nada certo: Bibi do Hamas fez isso pra destruir seus ex-parças do time que inspirou seu apelido, dizimou mais de 70 mil palestinos (pelo menos uns 15 mil autênticos terroreiros, sejamos francos), transformou a Caixa de Gases num entulhão a perder de vista e quase falhou quando chegou na fase do boots on the ground, ingrezismo xike na moda pra dizer “mano a mano”. E o Laranjão, enfoderado pela experiência no Ziraque (bem falha, aliás) e de quando ele jogou verde pra colher Maduro (putz, kkkkk), tá fazendo isso num país que não se parece com nenhum dos dois e, pra piorar, como martelam os telepalpiteiros, tem um regime muito mais complicado e com várias camadas a serem derrubadas, se o intuito fosse mesmo entronar o Temer da Shopee.

Deu ruim, muito ruim: enquanto datilografo estas alíneas (meio-dia de domingo), o novo ditador de turbante já foi escolhido, mas o chāy de revelação ainda não aconteceu; porém, uma espécie de troica integrada pelo azerbaijano “presidente” Bananian está com as rédeas da situação. Se sem um barbudão aloprado já tão fazendo o impensável estrago de atingir alvos ocidentais nos atávicos inimigos quibes do Golfo (enquanto estes assistem pianinhos com a rosca comprimida), imagine com um! Pior, se for o filho do finado “Camenei”, ainda por cima considerado “linha dura” (e pinto mole), a “coalizão” já disse que vai o exterminar na hora.

Mas voltando às capotadas da Terra plana, a bizarra metáfora do Cumpade Oxto sobre o presidente ucraniano Zelensky “não ter cartas” contra Putler rodou o mundo e, fora o constrangimento de Kyiv, se transformou num meme geopolítico eterno. Claro que, durante 2025, o ínfimo avanço orc ao custo das maiores perdas anuais desde o início da invasão desmentiu em parte esse filokremlinismo enrustido, sem contar outros importantes reveses pontuais que viriam em 2026. Mas o balde de água fria veio quando o mundo se deu conta que um Shahed iraniano custava “meras” 20 mil doletas, enquanto os sistemas tradicionais derrubavam cada um deles com mísseis custando quatro milhões de doletas a unidade!

Como se sabe, calejados pela experiência, os ucranianos tiveram que “bricolar” (como dizem em parisiense) uma defesa fácil e barata, e em grande medida conseguiram. Agora, todos os jornalões se refastelam com manchetes dizendo que são as monarquias petrolíferas e até mesmo o Til Çan que estão desta vez implorando por “experiência” ucraína pra lidar com as mosquinhas de Teerã! E a zoeira foi inevitável: “Quem é que não tem as cartas agora?” Rs:


“É essa carta que você queria?” (Volodymyr Guina enrabando Jaílson Trump)


Se as coisas continuarem nesse ritmo (incluindo o fracasso total da Moscóvia de aquebrantar o moral do povo ucraniano, destruir sua infraestrutura e irromper em avanços maiores), o ex-pianista peniano não vai ter só cartas, mas um baralho inteiro. Melhor ainda, ele vai comprar a COPAG, a famosa fábrica do baralho:


Montagem repassada por meu amigo Claudio (a quem também agradeço pela imagem inicial): quem é que deve dizer obrigado agora?...


Putler diz que a “operação militar especial” visa “desmilitarizar a Ucrânia” pra evitar o “cercamento” da Moscóvia pela OTAN. Mentira, ele conduz não só uma típica guerra de anexação, mas também de extermínio, porque disse várias vezes que os ucranianos “não existem” enquanto povo à parte. Quem na Banânia ainda acredita no Creminho, é burro, mal-informado, desonesto ou ideologicamente canalha mesmo. Se fosse por isso, olha o tamanho da fronteira do Irã com o “Piru”, que faz parte da OTAN: cadê os aiatolás reclamando da organização “às nossas portas”?...


Bibi do Hamas: “Eu vou destruir a capital de qualquer país de cujo governo eu simplesmente não goste ou que não chupe meu saco e o do Laranjão!”

Bibi do Hamas pouco depois:


terça-feira, 3 de março de 2026

Khamenei cancelado: memes fortes

É um momento histórico, gostemos ou não dos resultados e do modo como foi feito, portanto, eu não podia deixar passar. Mais material vai aparecer, mas esta nova leva resulta de uma simples entrada no esgotão do Équis, pra ver como o Molusco teria reagido ao morrimento de um dos maiores carniceiros da história recente. Felizmente, ele só tá se ocupando do que importa e publicando coisas sobre as tragédias das chuvas no leste de Minas Gerais.

Tive então a ideia de ir ao perfil do Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores) e vi uma sucessão de notas insossas sobre as muitas crises acontecendo na região chamada genericamente de “Oriente Médio”: primeiro, a guerra que subitamente explodiu entre Paquistão e Afeganistão, aparentemente esquecida ou sequer notada por todos; depois, os bombardeios de Israel e EUA contra o Irã, as retaliações deste contra bases americanas nos países árabes do Golfo e, finalmente, a confirmação da sublimação de Ali Khamenei.

A Bozolândia se apressou em reagir, mas em se tratando dessa raça, podemos esperar as piores coisas, e mesmo com relação à Jararaca, alguns “memes” são realmente de uma nojeira e descabimento profundos. Além disso, tem o fato de chuparem o saco do Laranjão e do Bibi do Hamas, que são outros grandes criminosos internacionais. Mas uma coisa que tenho em comum com o gado e seus berranteiros é a repulsa pelo que um bando de velhos doentes batizou de “república islâmica” (expressão contraditória, se analisarmos bem) e usou pra destruir o futuro de gerações.

Não tenho político de estimação nem tenho escrúpulos ao criticar governos, governantes e seus apaniguados. Porém, dada minha decência moral em alguns pontos, quero esclarecer os critérios pra escolha dessas montagens que copiei do parquinho do Ilomasque, muitas delas, obviamente, feitas por sua pedo-tarada ferramenta de IA.

Não sou anti-Lula, mas não morro de amores por ele, muito menos pelo PT. Mesmo não concordando com todas as acusações feitas contra ele, não ligo em manter alguns estereótipos sem maiores consequências. Tirei a autoria ou origem de contas abertamente bolsonaristas, pois não quero confusão de minhas ideias com a dessa gente. (Se pra você meu posicionamento já basta pra tal equiparação, se jogue de uma ponte.) No limite do possível, evitei figuras que exaltassem demais os caciques de Washington e Tel Aviv, mas às vezes seu próprio regozijo fazia parte da piada. Se havia informação falsa, então, passei longe.

Também evitei a sanguinolência excessiva, mas como alguns memes mais “feios”, embora repetitivos, tiveram meu total aval, resolvi lhes dedicar esta segunda publicação; se você não gosta de emoções fortes, recomendo pensar duas vezes antes de prosseguir. Em todo caso, lembrem-se: mantenham o senso crítico, o povo comum em primeiro lugar, não tenham reis de estimação e nunca apostem no “acerto” ou “erro” completo de qualquer escolha.


É sempre perigoso colocar o Adolfo em assuntos relativos a Israel e aos judeus, mesmo em se tratando do carniceiro Bibi do Hamas. Porém, tirando essa comparação típica de todo mundo que quer extremar um debate, a referência ao Jeff das Lolitas até que tem bastante pertinência, e vários especialistas aludiam à possibilidade do Laranjão fazer isso.

Fora isso, achei este perfil bastante intrigante, primeiro pela própria descrição bizarra. Segundo, porque vários perfis pró-ditaduras, antissemitas e ultrarradicais de apartamento reivindicam abertamente o PT e sua Jararaca, mas estes jamais procuraram se distanciar dos mais aloprados. E terceiro, como ela se chama “Golda Meir”, ex-premiê e uma das maiores odiadoras de palestinos, mas destila ódio contra o Estado judeu?

















Não só ex-querdistas, mas qualquer um com espírito de manada e carência de neurônios...

domingo, 25 de janeiro de 2026

Eu trabalho lá na hípica

Lá na hípica, eu trabalho tosando os cavalos, e o Olivier Ferrando, rs. Não resisti a essa piada de “quinta série”! Porém, o assunto deste fim de semana foi a mais nova trumpada que conseguiu gerar vergonha alheia até nos atlantistas mais empedernidos. Ache o erro! (Dicas: como se vê bem, a cena em tese se passa na Groenlândia, e o erro não está no tamanho igual das pegadas dos dois selvagens.)





Inspirado numa das figuras da miniatura da última edição do programa semanal Notícias Terríveis (Novaya Gazeta Evropa), refiz a cena como realmente deveria ser:


E agora, nossos intervalos comerciais pra um serviço mais que aprovado e recomendado:


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Crarrembú e o Trampe: o retorno

A publicação em que alguns anos atrás zoei com o fato da rara pérola do jornalismo da Grobe, Raquel Krähenbühl, mais conhecida como Crarrembú devido à inépcia dos jornaleiros bananianos médios em pronunciar seu encapetado nominho, alcançou um número de visualizações que eu não podia imaginar. Não é lá grande coisa em se tratando de um blog e em comparação com as mídias modernas, mas dentro dos padrões de minha página, se tornou uma das peças mais acessadas. Confesso que fui um pouco injusto com ela, já que na própria Voice of America (hoje calada pelo fascismo laranja) alguns locutores falavam mesmo “Volodomôr”, mas acho que a cara de desespero do Zelensky fez muito mais pelo humor da cena, rs.

Nesta movimentada semana em que os donos do dindim global planejam novamente seus sadismos e em que o Véi Gagá resolveu encasquetar de novo com a “Terra Verde” coberta de gelo, se valendo pra isso de um sonífero discurso de uma hora e 25 minutos em linguagem destinada antes a suas bases fanáticas, o canal mais chupa-saco dos EUA fez a festa. Qualquer aparição destacada ou “chegada na frente da fila” era tratada pelos noticiários como um grande feito nada extraordinário. Há de se fazer jus à autoglorificação tão típica do Grupo Marinho, tanto mais que nunca vi nossos cão-peões nacionais darem sinais em tantos veículos estrangeiros. Além da célebre Crarrembú ter sido “a primeira a fazer a pergunta” na coletiva do Laranjão, o noticiário da France 24 da última quarta-feira se dignou até a traduzir a já célebre pergunta sobre a ONU paralela que a NOM tá querendo criar, rs.

Claro que nada vai superar a Ilze Scamparini, maior conhecedora de telhados do que os gatos romanos, estampando no peito sua insinuação aeronáutica sobre o bonde da sopa de letrinhas ao então estreante Bispo Bergóio, que então lhe respondeu, como que macetando o catecismo: “Chi sono io per giudicare?” Mas a Loira da Boina que já é feliz só por morar na Suíça também quis ostentar sua quase trombada com o Véi Gagá lhe questionando sobre seus planos a respeito da ilha de Itu. E embora ela não tivesse percebido, sua ousadia (sem alegria, Thiaguinho?) diante de Emmanuel al-Asad com um francês mais afiado que o meu apareceu até na Radio Svoboda, valiosa mídia anti-Putin em russo financiada pelo Congresso ianque que, apesar dos cortes recentes, “envergou mas não quebrou”. Depois de quase fazer o Rei Sol paraguaio chupar o microfone que nem um picolé, quem sabe os patrões não a promovam trocando sua boina por uma touca ou um chapéu aveludado do Chaves? Rs:







Descoberto único jeito de acabar com Vladimir Putin:


Também na quarta-feira, a Sky News chamou a Eslovênia de “Solvenia”. Esqueceram de dizer que quem se “solveu” não foi a Eslovênia, mas a Iugoslávia, rs:


Após a vergonhosa punhalada do Parlatório Európico contra o acordo milenar com o Mercoçú que nunca saía do lugar, mas podia os proteger um pouco diante das constantes ameaças do Véi Gagá de lhes encher o fiofó com tarifas, só posso dizer uma coisa:


domingo, 18 de janeiro de 2026

O Véi Gagá não quer gente no país “dele”

Como diria aquele meme do bandido do Pica-Pau: “A gente se sente tão querido!” Mesmo não sendo de sua própria autoria, é muito gratificante ver o Véi Gagá se lembrando do público de língua portuguesa (brasileiros em específicos, acredito, porque português só migra pra França e Luxemburgo, e é muito difícil pros lusófonos africanos remarem até o outro lado do Atlântico). O problema é quando não sabemos se quem escreve essas coisas é alguém que tem o idioma de Camões como materno ou alguém que na verdade o aprendeu tardiamente, mas traduz as coisas conforme estruturas anglo-saxãs... Sim, é entendível, mas é robótico, ou, como dizem os tradutores, “não soa como português falado de verdade”!

Vou abstrair a neura xenofóbica e anti-imigração e me focar no ridículo comunicativo e linguístico, derivado justamente da raiva patológica. Primeiro, quem em sã consciência usaria ênclise (envia-OS) na linguagem coloquial? E mesmo que fosse proclítico (OS envia), o uso do pronome no “caso reto” (eles, vocês) seria muito mais comum. Se pegarmos a frase literal (“send them back”), a mesma forma é aceitável em muito mais contextos, pois ao contrário das tão flexionáveis e sintéticas línguas românicas e banto, o supremo e dominante inglês tem uma gramática que por vezes parece a de idiomas mais ou menos “isolantes”, como o chinês, o uolofe e o haitiano. Isso, claro, pode dar margem a muitas ambiguidades, e provavelmente foi a ambiguidade tradutória que pirou o cabeção do tradutor, quase certamente não nativo.

Outra possibilidade é que o ser tenha simplesmente jogado no Google e obtido essa nheca. De qualquer maneira, cabe reiterar mais um postulado da arte tradutória: não traduzimos apenas palavras, mas também estilos, e esse “estilo” (se é que dá pra chamar assim) nada tem a ver com nenhuma variante do português praticada no mundo. Ou melhor, em inglês soa normal na maioria das ocasiões; vertido literalmente fica parecendo a linguagem infantil do próprio Véi Gagá, cujo vocabulário é de uma criança entre 5 e 11 anos (“O limite de meu poder é minha própria moralidade”: valha-me Trotsky!). Ou seja, se trocarmos lugares, situações, verbos etc. por, digamos, um programa da Super Nanny ou um dia qualquer na pré-escola, está perfeito.

Se você já viu programas de humor antigos zoando com “gringos” e suas invasões de outros países ou falta de jeito no contato com outras culturas, parece mesmo seu jeito de falar. Agora, pra ficar perfeito, mentalize pra si ou imite você mesmo o texto abaixo com a voz do putinista Glenn “Verdevaldo” Greenwald: tente não explodir de rir após ver o resultado! Contudo, voltando à questão de estilo, não temos apenas a questão de como alguém expressaria a mesma ideia em português, mas temos também a imagem que o falante tem do mundo, neste caso, que o Véi Gagá tem de imigrantes, pobres, latinos, negros, não cristãos etc. em geral. Portanto, pra soar mais “brasileiro” ou de acordo com o fantasma que os WASP nutrem sobre seu público-alvo, eu recomendaria imitar o que chamamos de linguagem ou jargão “de mano” ou “de traficante”.

Mas no final das contas, como diria o sábio Dollynho, o mais brasileiro dos refrigerantes: “Ninguém quer ir mesmo pra sua droga de país, seu mongolão!”



Sigo sendo um leitor assíduo do portal Jeum, porque é minha fonte de informação imediata mais objetiva e, além de tudo, gratuita, sem os bloqueios da Foia e do Estabão. Porém, justamente por isso me sinto no direito de reclamar dos erros de digitação e, vez ou outra, zoar com eles. Este, por exemplo, até que fez sentido, pois depois de ser sequestrado pelo Véi Gagá e enfiado numa jaula e levando em conta sua alta estatura, o Saddam Tropical agora se tornou um “presão dos EUA” e um tesão do Véi, rs:


E finalmente, este trecho de uma reportagem sobre a política externa do Brasil, que traz entrevistas com duas especialistas em relações internacionais, aparentemente com inclinação lulista e, por isso, ambas concordando quanto a um possível papel do Itamaraty enquanto “mediador de conflitos” (a meu ver, muito mais ao modo do meme dos sírios pró e contra Al-Asad na TV jordaniana...). Fiquei impressionado ao saber que o presidente da Alemanha, cujo sistema infelizmente não lhe angaria quase nenhum poder, realmente disse isso sobre nosso país: que diferença abissal do chanceler Rambozambo, que chupa o saco do Véi Gagá e disse na COP30 que não via a hora de ir embora daqui (e espero que nunca volte)!


terça-feira, 23 de setembro de 2025

Química de Trump e Lula: MEMES

Hoje, 23 de setembro de 2025, Lula e Trump fizeram os primeiros discursos na Assembleia Geral da ONU que marca os 80 anos de criação da instituição. Dada a evolução recente das relações entre Brasil e EUA, tudo levaria a crer que um encontro dos presidentes seria pouco provável, muito menos nesse foro internacional. Porém, pra surpresa mundial, logo depois de criticar a “destruição da democracia” brasileira, o republicano soltou que tinha encontrado o petista nos corredores, no intervalo entre os discursos de ambos, durante 39 (que precisão!) segundos. Pior, que tinham se abraçado, que ele tinha gostado de Lula e que tinha “rolado uma química” entre ambos. Só faltou um sanduíche com Amorim no meio!

Imagine o ódio que teria queimado Bolsonaro e seus apoiadores sul-americanos... É claro que mesmo nos EUA a fala de Trump espantou pelos delírios, mentiras, banalidades, negacionismo e mudanças erráticas de assunto. Mas a declaração se tornou, do ponto de vista simbólico, um evento histórico, tanto mais pelo palco que o “Rei do Mundo” deu a nosso presidente. Tanto mais que, perto dos diversos tipos de críticas indiretas feitas por este, sem citar nomes, os discursos delirantes feitos neste primeiro dia de assembleia pareceram uma jogada geral de fezes no ventilador.

Com seu “espírito memético”, os brasileiros não perdoariam o arroubo romântico, e como sempre registro eventos geopolíticos interessantes, fiz minha própria seleção dentre a seleção maior já feita pela Folha de S. Paulo, a partir de diversas redes sociais e incluindo montagens feitas por IA. Se até Obama dizia que Lula era “o cara” (the man), quem sou eu pra contrariar?




Versão melhorada, repassada por um amigo meu (7 de outubro):








Esta conta-paródia lembrou bem como alguém que já dizia pro próprio pai no Zap-Zap que sua experiência no Zesteites tava sendo “horrível”, agora está se sentindo mais lixo ainda depois de tentar “no exílio” sabotar o próprio país. Ainda mais numa semana em que Hugo Laquê Motta parece estar descendo do muro e acabando com a graça da “oposição” com a ameaça de cassação do falso paulista:


No dia 24 seguinte, a própria ONU lançou uma foto do “programão” televisivo, e não tive como não fazer este paralelo (live que na própria época já tinha gerado inúmeros memes):


sexta-feira, 27 de junho de 2025

Bibi do Hamas: as 4 melhores frases


Endereço curto: fishuk.cc/bibi-frases


       

Não me julguem, isso foi o melhor que obtive com a ferramenta de IA do WhatsApp, rs. Estas são as melhores frases ditas por Binyamin Netanyahu, absolutamente tiradas de contexto, e talvez as únicas coisas boas que ele já tenha dito na vida! Seguem as frases com transcrição e, se necessário, tradução:


4. Zan, zendegi, āzādi (Vida, mulher, liberdade)


3. Ramaḍān karīm, kul ʿām wintum bkhēr (Feliz Ramadã e boas festas)


2. Free Palestine


1. Death to America

Trump não deixou por menos:


E pra terminar, uma trolada básica que dei na TV israelense em russo (Canal 9) na transmissão ao vivo de 22 de junho! No canto inferior direito, apareciam os nomes dos canais (perfis) que acabavam de se inscrever no canal da TV 9 naquele momento. Experimentei e aconteceu a mágica: usando minha conta anônima, divulguei a mensagem de que Black Friday é no Mappin, rs.




quarta-feira, 25 de junho de 2025

Encontrado compromisso no Irã


Endereço curto: fishuk.cc/xa-aiatola


       

Após mais de uma semana de guerra de alta intensidade com Israel, finalmente parece ter sido encontrada uma solução de compromisso pra crise política no Irã! A monarquia dos antigos xás não vai voltar, mas Reza Pahlavi, o príncipe herdeiro exilado, aceitou não abolir a república islâmica... e se tornar o novo aiatolá!

Inclusive, achei a segunda montagem num portal de fóruns chamado Iroon.com (“Irun” é uma pronúncia iraniana popular e coloquial de Irān), grandemente humorístico. Recomendo uma visita se quiser encontrar vários ótimos cartuns geopolíticos, criticando tanto Khāmenei quanto Netanyahu, bem como Trump, e muito mais inteligentes do que os rabiscos do jihadista Latuff!

Até que foi uma sábia decisão. O vendedor de tecidos paulistano mais uma vez escapou de ser alvo de imagens constrangedoras; afinal, como dizia seu pai, “Pahlavi rima com...”


Aproveitando o gancho, recomendo esta ótima reportagem do Jornal Nacional de 20 de junho de 2025, apresentada por Ilze Scamparini, descrevendo uma breve biografia do aiatolá “Ale Camenei” e sua trajetória até suceder “Rurrolá Comeíne”, rs. Hackeei especialmente pra você:




É “posição do vampiro” que chama isso? Rs:


O Kim Kataguiri iraniano, sem auxílio parlamentar, abastecendo o carro no meio do racionamento. A única coisa que ele não racionou foi o laquê:


Recebi esta montagem e só tô repassando. A julgarmos pela foto pertencente a um portal pró-teocracia (se for mesmo ela, e talvez não seja recente), a repórter-bomba Sahar Emami, nascida em 1985, se não fosse essa necessidade de parecer uma velha caduca se vestindo que nem um urubu e falando que nem uma vizinha histérica, até que seria linda... Se pra você pareci machista, então, sim, assumo, phodasse, porque não passo pano pra ditadura, e Jin, Jîyan, Azadî:




Dois países fortemente armados entram em guerra. Ele inventa que obteve um cessar-fogo entre os dois, nenhum dos quais sequer está sabendo da iniciativa, e ele os culpa por terem rompido o cessar-fogo que só existia em sua própria cabeça. Não perca, em breve nos cinemas, O Pacificador: