Por esta montagem por IA bastante sugestiva feita por aquele amigo que volta e meia colabora com esta página xexelenta, mas sugeriu que esperasse o Vlad falecer antes que eu a publicasse (rs), cheguei novamente pra relembrar mais um adágio: Quem com ferro ferre, com ferro será ferido ou, em latim, Hodie mihi, cras tibi (lit. “Hoje pra mim, amanhã pra você”). Se em 2024, como publiquei aqui, Biden cometeu o crime de “lesa-majestade” de chamar Zelensky de Putin, agora foi a vez de Trump incorrer no mesmo sacrilégio em outra cúpula da OTAN. Se o republicano acusava o democrata de ser velho e senil demais, estamos vendo que o imobiliário falido incorre nos mesmos males... com a desvantagem de ainda ter mais de meio mandato pela frente!
Mais uma situação que deixa qualquer estadunidense tão vexado e desconfortável como a polímata EnfastYalda Hakim quando visitou Havana há algumas semanas e não achou papel higiênico. E foi da edição de 8 de julho de seu programa The World que tirei o recorte abaixo, em que novamente “Volodymyr se torna Vladimir”, e não só isso! O Laranjão estava tão confuso nas rimas que chamou de “República Islâmica do Japão” seu inimigo contra o qual está lutando pelo controle do Golfo. Reconheçamos que a distância fonética entre “Japan” e uma das pronúncias aceitas de “Iran” é menor do que entre “Japão” e “Irã”. Ainda assim, o número de muçulmanos nipônicos está longe de justificar tal fenômeno. (Esse é o vídeo mais novo que achei, existem muitos outros que aparecem numa rápida busca.)
Não adianta, “nosso homem em Washington” sempre tem o ex-espião do KGB na cabeça, é obsessão mesmo devido à afinidade de gênios. Em Ancara, talvez era isto que ele tinha em mente:

Que não é muito diferente disto, esteja o Adolfo localizado na Casa Branca ou no Kremlin (o crédito das ótimas montagens é sempre ao programa semanal de Mikhail Fishman na TV Rain!):

E finalmente, pra distrair um pouco, um gênero que já virou “crácico” depois de toda eliminação do Braziu (todas as vezes, na verdade): o campeão frustrado Craque Neto trovejando na Band, desta vez com muito mais ódio e palavrão, mas tirando todas as palavras de nossa boca! Quem é que não pensou exatamente as mesmas coisas, até a ambígua pronúncia correta do nome “Haaland”?






É um momento histórico, gostemos ou não dos resultados e do modo como foi feito, portanto, eu não podia deixar passar. Mais material vai aparecer, mas esta nova leva resulta de uma simples entrada no esgotão do Équis, pra ver como o Molusco teria reagido ao morrimento de um dos maiores carniceiros da história recente. Felizmente, ele só tá se ocupando do que importa e publicando coisas sobre as tragédias das chuvas no leste de Minas Gerais.











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Como diria aquele meme do bandido do Pica-Pau: “A gente se sente tão querido!” Mesmo não sendo de sua própria autoria, é muito gratificante ver o Véi Gagá se lembrando do público de língua portuguesa (brasileiros em específicos, acredito, porque português só migra pra França e Luxemburgo, e é muito difícil pros lusófonos africanos remarem até o outro lado do Atlântico). O problema é quando não sabemos se quem escreve essas coisas é alguém que tem o idioma de Camões como materno ou alguém que na verdade o aprendeu tardiamente, mas traduz as coisas conforme estruturas anglo-saxãs... Sim, é entendível, mas é robótico, ou, como dizem os tradutores, “não soa como português falado de verdade”!






















