Não, “camarada Rubio” não se trata do historiador bananeiro defensor de Putin e popular nas redes sociais por fazer cosplay de Kim Jong-un, rs. Trata-se do novo secretário-geral do Comitê Central (CC) do Partido Comunista de Cuba (o famoso “PCC”), Marquito Rubio, filho de imigrantes cubanos que se torna o primeiro “ehtadunidense” a comandar a ilha do Fidélio. Escolhido por unanimidade quase unânime pelos cumpanhêros na última reunião plenária do “cecê”, era conhecido na clandestinidade como “Oreja” e vai seguir firme junto com o povo e com o dinero de Moscú en el camino del Tchê hasta la victoria.
Brinks à parte, não há imagens melhores do que estas, lançadas pelo site Ciber Cuba Noticias como memes após o Laranjão dizer em janeiro que ele daria um bom presidente de seu torrão natal, mas agora ilustrando um de seus raros discursos em espanhol dirigido aos exilados que comemoram a independência do país. Neste 20 de maio, Loiro praticamente se vê comandando as rédeas de La Habana, sonho acalentado há mais de 10 anos, quando disputou suas primeiras primárias à candidatura republicana pra Casita Blanca. Também hoje, Raúl “China” Castro, irmão del Comandante, foi condenado pelo Departamento de Justiça dos EUA por suposta ordem de matar aviadores ianques que despejavam folhetos antirregime sobre os carros e prédios decrépitos em 1996.
A transcrição em espanhol pode ser vista no Facebook do mesmo portal noticioso, mas a copiei caso a publicação original resolva sumir do nada. Como se precisasse pra nosotros, o vídeo tem legendas em americano, e incorporei várias outras montagens do Camarada Blond feitas por quem aparentemente tinha muito tempo de sobra. A avaliação do conteúdo fica a teu critério, mas pessoalmente achei sacanagem comparar “Florída” com a República Dominicana e a Jamaica, rs:
Neste dia, em 1902, a bandeira cubana tremulou pela primeira vez sobre um país independente. Mas eu sei que hoje vocês, que chamam a Ilha de lar, estão passando por dificuldades inimagináveis.
Hoje quero compartilhar com vocês a verdade sobre o motivo do seu sofrimento e lhes dizer o que nós, nos EUA, lhes oferecemos para os ajudar não só a aliviar a crise atual, mas também a construir um futuro melhor.
O motivo pelo qual vocês são obrigados a sobreviver até 22 horas por dia sem eletricidade não se deve a um embargo de petróleo da parte dos EUA. Como vocês sabem melhor do que ninguém, sofrem com apagões há anos.
O verdadeiro motivo da falta de eletricidade, combustível e comida é que aqueles que controlam seu país saquearam bilhões de dólares, e nada disso foi usado para ajudar o povo.
Trinta anos atrás, Raúl Castro fundou uma empresa chamada GAESA. Essa empresa pertence às Forças Armadas e é administrada por elas. Ela tem receitas três vezes maiores do que o orçamento do governo cubano.
Hoje, enquanto vocês sofrem, esses empresários controlam US$ 18 bilhões em ativos e dominam 70% da economia cubana.
Eles lucram com hotéis, construção civil, bancos, lojas e até mesmo com o dinheiro que seus parentes enviam dos EUA. Tudo passa pelas mãos deles.
Eles retêm uma porcentagem dessas remessas, mas nada dos lucros da GAESA chega ao povo cubano.
Em vez de usar esse dinheiro para comprar petróleo, como fazem outros países ao redor do mundo, eles dependeram durante anos do petróleo gratuito enviado por Hugo Chávez e Nicolás Maduro para embolsar o dinheiro.
Mas agora que não recebem mais esse petróleo gratuito, compram combustível para seus geradores e veículos, enquanto pedem que o povo continue se sacrificando.
Em vez de usar o dinheiro para manter e modernizar as centrais elétricas danificadas, eles o usam para construir mais hotéis para estrangeiros e enviar seus parentes para viver no luxo em Madri e até mesmo nos EUA.
Hoje, Cuba não é controlada por nenhuma revolução. Cuba é controlada pela GAESA: um Estado dentro do Estado que não presta contas a ninguém e que acumula os lucros de suas empresas para beneficiar uma pequena elite.
E o único papel que o chamado governo desempenha é exigir que vocês continuem se sacrificando e reprimir qualquer um que ouse protestar.
O presidente Trump está propondo uma nova relação entre os EUA e Cuba, mas ela deve ser direta com vocês, o povo cubano, e não com a GAESA.
Primeiro, estamos oferecendo US$ 100 milhões em alimentos e medicamentos para vocês, o povo, mas essa ajuda deve ser distribuída diretamente pela Igreja Católica ou outras organizações de caridade confiáveis, e não roubada pela GAESA para a vender em suas lojas.
Mas o povo cubano não está interessado em viver de caridade permanente.
Vocês querem a oportunidade de viver em seu próprio país como seus parentes vivem nos EUA e em outros países ao redor do mundo.
Hoje, da mídia ao entretenimento, dos negócios à política, da música aos esportes, os cubanos chegaram ao topo de praticamente todas as atividades em todos os países, exceto um: Cuba.
Hoje, em Cuba, apenas aqueles próximos ou pertencentes à elite da GAESA podem possuir negócios lucrativos.
Mas o presidente Trump está propondo um novo caminho entre os EUA e uma nova Cuba.
Uma nova Cuba onde vocês, cubanos comuns, e não apenas membros da GAESA, possam ser donos de um posto de gasolina, de uma loja de roupas ou de um restaurante.
Uma nova Cuba onde vocês, e não apenas membros da GAESA, possam abrir um banco ou serem dono de uma construtora.
Uma nova Cuba onde vocês, e não apenas o Partido Comunista, possam ser donos de um canal de TV ou de um jornal.
Uma nova Cuba onde as pessoas possam criticar um sistema falido sem medo de ser presas ou se ver forçadas a deixar a ilha.
E uma nova Cuba onde elas tenham a real possibilidade de escolher quem governa o país e votar para os substituir caso não desempenhem bem suas funções.
Isso não é impossível.
Tudo isso existe nas Bahamas, na República Dominicana, na Jamaica e até mesmo a apenas 145 quilômetros [90 milhas] de distância, na Flórida.
Se é possível ter seu próprio negócio e direito ao voto nos arredores de Cuba, por que não seria possível dentro de Cuba?
Nos EUA, estamos prontos para abrir um novo capítulo na relação entre nossos povos.
E hoje, a única coisa que barra o caminho rumo a um futuro melhor são aqueles que controlam seu país.
En un día como hoy, en 1902, la bandera cubana ondeó por primera vez sobre un país independiente. Pero sé que hoy ustedes, quienes llaman a la Isla su hogar, atraviesan dificultades inimaginables.
Hoy quiero compartirles la verdad sobre el motivo de su sufrimiento y contarles lo que nosotros, en Estados Unidos, les ofrecemos para ayudarlos no solo a aliviar la crisis actual, sino también a construir un futuro mejor.
La razón por la que se ven obligados a sobrevivir hasta 22 horas al día sin electricidad no se debe a un bloqueo petrolero por parte de Estados Unidos. Como ustedes saben mejor que nadie, llevan años sufriendo apagones.
La verdadera razón por la que no tienen electricidad, combustible ni alimentos es porque quienes controlan su país han saqueado miles de millones de dólares, y nada de eso ha sido utilizado para ayudar al pueblo.
Hace 30 años, Raúl Castro fundó una empresa llamada GAESA. Esta empresa pertenece a las Fuerzas Armadas y es operada por ellas. Tiene ingresos tres veces superiores al presupuesto del gobierno cubano.
Hoy, mientras ustedes sufren, estos empresarios controlan 18 mil millones de dólares en activos y dominan el 70 % de la economía cubana.
Obtienen ganancias de hoteles, construcciones, bancos, tiendas e incluso del dinero que sus familiares les envían desde Estados Unidos. Todo pasa por sus manos.
De esas remesas retienen un porcentaje, pero nada de las ganancias de GAESA llega al pueblo cubano.
En vez de usar ese dinero para comprar petróleo, como hacen otros países del mundo, dependieron durante años del petróleo gratuito enviado por Hugo Chávez y Nicolás Maduro para quedarse con el dinero.
Pero ahora que ya no reciben ese petróleo gratis, compran combustible para sus generadores y vehículos, mientras al pueblo se le pide que siga sacrificándose.
En vez de usar el dinero para mantener y modernizar las centrales eléctricas dañadas, lo utilizan para construir más hoteles para extranjeros y enviar a sus familiares a vivir con lujos en Madrid e incluso en Estados Unidos.
Hoy, Cuba no está controlada por ninguna revolución. Cuba está controlada por GAESA: un Estado dentro del Estado que no rinde cuentas a nadie y que acapara las ganancias de sus negocios para beneficiar a una pequeña élite.
Y el único papel que desempeña el llamado gobierno es exigirles a ustedes que continúen sacrificándose y reprimir a cualquiera que se atreva a protestar.
El presidente Trump ofrece una nueva relación entre Estados Unidos y Cuba, pero debe ser directamente con ustedes, el pueblo cubano, y no con GAESA.
Primero, estamos ofreciendo 100 millones de dólares en alimentos y medicinas para ustedes, el pueblo, pero esa ayuda debe ser distribuida directamente por la Iglesia Católica u otras organizaciones caritativas de confianza, no robada por GAESA para venderla en sus tiendas.
Pero al pueblo cubano no le interesa vivir de la caridad permanente.
Ustedes quieren la oportunidad de vivir en su propio país como viven sus familiares en Estados Unidos y en otros países del mundo.
Hoy, desde los medios de comunicación hasta el entretenimiento, desde los negocios hasta la política, desde la música hasta los deportes, los cubanos han llegado a la cima de prácticamente todas las industrias en todos los países, excepto en uno: Cuba.
Hoy, en Cuba, solo quienes están cerca de la élite de GAESA o forman parte de ella pueden tener negocios rentables.
Pero el presidente Trump ofrece una nueva vía entre Estados Unidos y una nueva Cuba.
Una nueva Cuba donde ustedes, los cubanos de a pie, y no solo GAESA, puedan ser dueños de una gasolinera, una tienda de ropa o un restaurante.
Una nueva Cuba donde ustedes, y no solo GAESA, puedan abrir un banco o tener una empresa constructora.
Una nueva Cuba donde ustedes, y no solo el Partido Comunista, puedan ser dueños de una estación de televisión o de un periódico.
Una nueva Cuba donde puedan criticar a un sistema que falla sin temor a ir a prisión o verse obligados a abandonar la Isla.
Y una nueva Cuba donde tengan la oportunidad real de elegir a quienes gobiernan el país y votar para reemplazarlos si no hacen bien su trabajo.
Esto no es imposible.
Todo eso existe en Bahamas, República Dominicana, Jamaica e incluso a solo 90 millas, en Florida.
Si tener un negocio propio y el derecho al voto es posible alrededor de Cuba, ¿por qué no puede ser posible dentro de Cuba?
En Estados Unidos estamos listos para abrir un nuevo capítulo en la relación entre nuestros pueblos.
Y hoy, lo único que se interpone en el camino hacia un futuro mejor son quienes controlan su país.



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